Notícias

Foto reprodução
A psicologia diz que as pessoas que parecem mais jovens aos 60 anos seguem estes 10 hábitos diários
05/01/2026 às 17:14
Aparentar juventude depois dos 60 anos não está relacionado apenas à genética ou à realização de tratamentos caros. As pequenas decisões que tomamos no dia a dia são mais importantes do que se imagina. Dormir bem, ter uma alimentação adequada, manter-se ativo e viver com menos estresse estão entre os hábitos que fazem a diferença quando o assunto é envelhecer.
E isso não é opinião pessoal: é o que diz a ciência. O melhor de tudo é que incorporar esses hábitos à rotina diária é simples e acessível.
- Priorizar um sono de qualidade
Quando dormimos mal, o rosto entrega. Olheiras, aparência cansada, pele opaca. Além disso, estudos mostram que pessoas que dormem bem apresentam sinais de envelhecimento da pele significativamente menores do que aquelas que dormem mal de forma recorrente.
Dormir bem é fundamental porque, enquanto dormimos, o corpo repara células danificadas, produz colágeno e funciona como um “reset” natural. Para isso, é essencial manter bons hábitos de higiene do sono, como horários regulares, um ambiente adequado para descanso, quarto escuro e silencioso, evitar refeições pesadas à noite, não praticar exercícios próximo ao horário de dormir, evitar telas antes de deitar e outros cuidados semelhantes.
- Manter-se fisicamente ativo
Caminhar, praticar esportes ou simplesmente se movimentar ao ar livre melhora o bem-estar geral e a saúde cardiovascular.
Pesquisas da Universidade McMaster mostraram que pessoas que se exercitam regularmente aos 40 anos apresentam uma pele tão elástica quanto a de pessoas na faixa dos 30. O exercício aumenta o fluxo sanguíneo, leva nutrientes às células da pele e influencia até mesmo o envelhecimento celular em nível cromossômico. A chave não está na intensidade, mas na constância: o movimento precisa fazer parte da rotina diária.
- Proteger a pele do sol
O sol e os raios ultravioleta são grandes inimigos do envelhecimento da pele. Usar protetor solar diariamente ajuda a prevenir o surgimento precoce de rugas, manchas e flacidez.
Estudos mostram que o uso regular de protetor solar retarda o envelhecimento cutâneo. Em uma pesquisa de quatro anos, pessoas que utilizavam protetor solar diariamente tinham 24% menos chances de apresentar sinais visíveis de envelhecimento. O uso de chapéus, óculos escuros e roupas que cubram a pele também contribui para a proteção, especialmente no verão.
- Alimentar-se bem
A alimentação é essencial para a saúde da pele e impacta diretamente no envelhecimento.
Pesquisas indicam que pessoas que consomem alimentos saudáveis, coloridos, nutritivos e ricos em antioxidantes protegem suas células do estresse oxidativo – diretamente ligado ao envelhecimento – e apresentam uma pele mais saudável, luminosa e bem cuidada.
Esses alimentos combatem os radicais livres, protegem proteínas estruturais como o colágeno e a elastina, melhoram a elasticidade, o tom da pele, a hidratação e a função de barreira cutânea, além de reduzir a profundidade das rugas. Dietas baseadas em vegetais são um exemplo claro desse benefício.
- Manter uma atitude positiva e realista
A psicologia demonstra que uma atitude positiva está fortemente associada à sensação de juventude e à aparência mais jovem. Esse fenômeno é conhecido como “efeito de rejuvenescimento subjetivo”.
Manter esse estado mental ajuda a reduzir o estresse, incentivar o autocuidado, melhorar as expressões faciais e diminuir o risco de doenças mentais como depressão e demência.
- Manter-se mentalmente ativo
Pessoas que envelhecem bem preservam a curiosidade. Leem, fazem perguntas, experimentam coisas novas e não têm medo de aprender.
Aprender a tocar um instrumento ou estudar um novo idioma ajuda a se sentir mais jovem e retarda o envelhecimento cognitivo. Um estudo publicado na revista Psychological Science mostrou que idosos que aprenderam novas habilidades, como fotografia digital e costura, tiveram melhor desempenho de memória em comparação com aqueles que realizavam atividades passivas, como assistir a filmes ou ouvir rádio.
- Ter relações sociais ativas
Pesquisas da Universidade Cornell descobriram que pessoas com redes sociais mais ricas envelhecem mais lentamente em nível celular. Ao medir os chamados “relógios epigenéticos”, os cientistas observaram que indivíduos com maior interação social apresentavam perfis biológicos mais jovens.
Encontrar amigos, conviver com familiares, compartilhar conversas e risadas e sentir-se parte de uma comunidade são atitudes essenciais. Especialistas em longevidade, como Dan Buettner, afirmam que um dos hábitos mais comuns entre as populações mais longevas do mundo é manter vínculos familiares e sociais ativos.
- Saber lidar com o estresse
Quando estamos estressados, o corpo produz cortisol, e o excesso desse hormônio reduz a produção de colágeno e elastina, responsáveis pela firmeza e elasticidade da pele. O estresse crônico também provoca inflamação no organismo, acelerando visivelmente o envelhecimento.
É impossível eliminar totalmente o estresse, mas aprender a administrá-lo é fundamental. Caminhadas, meditação, yoga, exercícios respiratórios ou simplesmente momentos de pausa e presença ajudam a reduzir seus efeitos.
- Beber bastante água
A ingestão adequada de água é essencial para eliminar toxinas, regular a temperatura corporal e proteger os tecidos. A hidratação adequada reflete diretamente na saúde e na aparência da pele.
- Praticar a moderação
Pessoas que envelhecem bem entendem o equilíbrio. Não se trata de abrir mão de uma taça de vinho, de um hambúrguer ou de ficar acordado até mais tarde ocasionalmente, mas de não transformar esses comportamentos em hábitos diários. A diferença está na frequência.
Sentir-se jovem e aparentar menos idade aos 60 anos não significa lutar contra o envelhecimento, mas ter escolhido cuidar de si ao longo da vida, fazendo escolhas conscientes e saudáveis no dia a dia. No longo prazo, essa é a verdadeira chave para os resultados.
Fonte: Purepeople Brasil
